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Lacticínios, também denominados produtos lácteos, são o grupo de alimentos que inclui o leite, assim como os seus derivados processados (geralmente fermentados). |
| António Serrano é o novo Ministro da Agricultura |
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2009.10.23 (00:00) Portugal
Após reunião do primeiro-ministro com o Presidente da República foi conhecida a composição do XVIII Governo constitucional. Como já era dado como certo o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas tem novo titular, de seu nome António Manuel Soares Serrano.
António Serrano, não sendo do sector não é novo no Ministério. Jaime Silva tinha-o escolhido para Director do Director do Gabinete de Planeamento e Política Agro-Alimentar em Maio de 2005, lugar que em Setembro do mesmo ano, por ter entrado em rotura com o então ministro. O novo ministro que foi até agora Presidente do Conselho de Administração do Hospital do Espírito Santo de Évora, lugar que ocupou desde Outubro de 2005, tem 44 anos, é licenciado em Gestão de Empresas pela Universidade de Évora (1989), Mestre em Gestão de Empresas - Sistemas de Informação pelo ISEG (1993), Doutorado em Gestão de Empresas pela Universidade de Évora em 1997, passando a Professor Agregado em Gestão da Informação na Universidade de Évora em 2004. É também vogal da Comissão Directiva do Programa Operacional do Alentejo do QREN. António Serrano é membro do Partido Socialista desde 1989, tendo sido deputado municipal na Assembleia do Município de Évora nos mandatos de 1998 e de 2001, em lista liderada pelo ex-ministro e actual Deputado europeu Capoulas Santos. Falta agora saber quem são os Secretários de Estado e se é escolhido algum nos nomes que tinham sido avançados, para ministro da agricultura, pela comunicação social. A posse do novo Governo socialista está marcada para as 12h00 de segunda-feira, no Palácio da Ajuda. Confiança perdida tem de ser recuperada CDS-PP destaca ausência de «trunfos» no novo Governo Nuno Magalhães, que falava aos jornalistas no Parlamento, registou, contudo, a ausência de "trunfos" ou surpresas, considerando que no novo executivo não há "nenhum nome forte". Por outro lado, acrescentou, é também “preocupante” que “mais do que encontrar pessoas para um determinado ministério, tentou-se encontrar ministérios para determinados ex-ministros”. FONTE: Agência Lusa |
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